sexta-feira, 19 de junho de 2009

Ademar



Fechou os olhos pra olhar eternamente pra dentro do futuro de todos.
Fez história, contou histórias, foi imã de pessoas, é mito.
Tocou, chorou, brincou, encantou a todos pela força da alma.
Uma nesga da sua presença era suficiente empolgação para respirar mais e mais arte.
Foi, mas fez questão de deixar o presente de cada um que o conheceu: a lembrança!

E se tratando desse presente, deixo aqui impresso, duas linhas da última história que "Demar" contando, chorou e me fez chorar de rir também, na presença do seu fiel escudeiro de todas as manhãs: "Carioca".

[N'uma manhã de Domingo]

- Sobre o Romualdo -

"... O dono da venda pediu que quando Romualdo voltasse, trouxesse um filhote de "Cauã"...
Passaram-se 6 mêses, até que Romualdo voltou com um filhote de anum,
e então ao abrir a caixa com o suposto pássaro dentro, o dono da venda disse: "Cauãããã" hein, Romualdo "Cauããããã"..."

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Ademar, Uauá sempre fará questão de ser moldura no quadro da sua história.

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